Aprender com os erros


Diz-se que é importante conhecer a História para aprendermos com os erros do passado. Até porque não temos tempo para cometermos todos os erros que existem. E ainda bem!

Todos deveríamos conhecer intimamente a nossa História Mundial, a nossa História Nacional e a nossa História Pessoal. Todas elas têm algo para nos ensinar.

Mas porque nos demoramos a contemplar memórias? Porque recordamos determinadas coisas em detrimento de outras? O que nos marcou tão profundamente que nunca se esquece?

Há já alguns dias que alguém povoa constantemente a minha consciência. Ela ensinou-me a tabuada (ou tentou) e quais os Reis de Portugal. Jogávamos à bisca dos 3 horas a fio e, apesar de tantas outras coisas menos agradáveis, marcou-me pelo que comia, dizia e fazia. Ensinou-me que a vida é dura, mas que depois a carapaça engrossa até ao ponto de quase nada a penetrar.

Relembrar pessoas, circunstâncias, acções e emoções, pode ser construtivo. Se as soubermos interpretar. Falar sobre as nossas experiências e esperar que, também os ouvintes possam aprender com elas é uma bonita ilusão. Por mais importantes que as memórias sejam para nós, para os outros são completamente irrelevantes. Eles terão as deles.

Mas cabe-nos a nós próprios aprender com essas memórias, com a nossa História em todas as suas dimensões. Para que os erros não se voltem a repetir e, para que cometamos outros totalmente novos.

Se a ideia é errar, então que sejam erros novos. Ninguém gosta de falhar, e ainda menos de falhas recorrentes.

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2 respostas a Aprender com os erros

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